Como já disse por aqui antes, tenho umas fodinhas fixas do bem. Uma delas é um cara de Botafogo.
Ele apareceu no meu MSN de pegação me chamando. Eu disse que não rolava porque estava deprezim por estar apaixonadim e me sentir rejeitadim. Ele me ofereceu colim e eu aceitei.
Almoçamos, fomos ao Centro tentar comprar ingressos pro Franz Ferdinand, que estavam esgotados. Decidimos, então, assistir ao filme sobre o Vinicius de Moraes, mas estava cedo para o próximo horário de exibição. Então fomos passar esse tempo na casa dele.
E lá, literalmente, pedi o prometido colo. Depois ficamos deitados abraçados na cama. Uma coisa gostosa, sabe? Porque ereções rolaram, mesmo sem clima de beijo ou de sexo. Acho engraçado ser homem e demonstrar sensações de maneira tão fisicamente explícita.
Depois começou aquela chuva doida e me surpreendi com a alegria daquele alagoano que não cresceu, como eu, vendo tempestades de água e trovões admirando feito criança o morro quase desaparecer por causa do rio que caía. Fizemos um café e ficamos uma boa meia-hora nessa: sentados na sacada, conversando sobre tudo e vendo a natureza agir.
Depois fomos ao cinema, jantamos e eu voltei pra casa com a sensação de que as coisas boas são leves e sem muita ansiedade. Não chorei. Fui dormir feliz.
terça-feira, 31 de janeiro de 2006
Sábado - No porn
A paixãozinha que eu sabia que não ia dar em lugar algum resolveu desaparecer no FDS. E o tiozão gostoso que eu arrumei na praia não largava do meu pé.
Ansiava pelo primeiro. Fugia do segundo.
A eterna história do "quem eu quero não me quer, quem me quer..."
André veio aqui e fomos a uma exposição maneira sobre alguns artigos de engenharia de Leonardo da Vinci. O cara era gênio. Depois passamos a tarde fazendo DR e, por fim, ele foi embora.
A ânsia não passava, sabe? Daí decidi fazer como nos bons e velhos tempos de loser assumido: vesti uma roupa bem indie (a camiseta que o Matheus me deu finalmente coube!!) e fui sozinho ao Dama de ferro. Aquela coisa que, quem me conhece, sabe que adoro: dançar a noite inteira de olho fechado all by myself. Seria uma festa pra qual sempre curto ir, a ELECTROSHOCK.

Lá pelas tantas, o Santo Mário apareceu e foi legal, mas depois de um tempo a deprê bateu de novo e voltei pra casa e chorei.
Ansiava pelo primeiro. Fugia do segundo.
A eterna história do "quem eu quero não me quer, quem me quer..."
André veio aqui e fomos a uma exposição maneira sobre alguns artigos de engenharia de Leonardo da Vinci. O cara era gênio. Depois passamos a tarde fazendo DR e, por fim, ele foi embora.
A ânsia não passava, sabe? Daí decidi fazer como nos bons e velhos tempos de loser assumido: vesti uma roupa bem indie (a camiseta que o Matheus me deu finalmente coube!!) e fui sozinho ao Dama de ferro. Aquela coisa que, quem me conhece, sabe que adoro: dançar a noite inteira de olho fechado all by myself. Seria uma festa pra qual sempre curto ir, a ELECTROSHOCK.

Lá pelas tantas, o Santo Mário apareceu e foi legal, mas depois de um tempo a deprê bateu de novo e voltei pra casa e chorei.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2006
Paleativo
Nenhuma resposta concreta das várias entrevistas que fiz nessas férias.
Início de uma daquelas paixõezinhas que a gente sempre sabe que vai dar em lugar nenhum.
Nenhuma vontade de ficar com outro alguém que não seja a paixãozinha que vai dar em lugar algum.
Por esses motivos, ficar em casa coçando é tortura que gera deprê, logo, PRAIA TODOS OS DIAS!
E, sem receber as férias e o resto do 13o., dá-lhe cheque especial!
Humpf.
Início de uma daquelas paixõezinhas que a gente sempre sabe que vai dar em lugar nenhum.
Nenhuma vontade de ficar com outro alguém que não seja a paixãozinha que vai dar em lugar algum.
Por esses motivos, ficar em casa coçando é tortura que gera deprê, logo, PRAIA TODOS OS DIAS!
E, sem receber as férias e o resto do 13o., dá-lhe cheque especial!
Humpf.
sábado, 21 de janeiro de 2006
Transmimento de pensação
Acordei, o Gui saiu pra praia com os HT's e eu não estava a fim de acompanhá-lo. Daí deicidi ligar para o André para ver se ele topava fazer qualquer coisa que fosse comigo: passeio, praia, etc.
Quando aperto o "send" para ligar para ele, o meu celu toca. Advinhem quem era na linha?
André!!!! Não é incrível?!
"Oi, Wally, estou aqui no Centro do Rio. A fim de dar uma andada por aí?"
"Mas é claaaaaaaro!"
:-)
Detalhar o dia e as andadas é desnecessário. Já fiz isso tantas vezes por aqui... É sempre tão bom! Mas não é incrível essa sintonia esquisita que acontece de vez em quando entre as amigas?
Quando aperto o "send" para ligar para ele, o meu celu toca. Advinhem quem era na linha?
André!!!! Não é incrível?!
"Oi, Wally, estou aqui no Centro do Rio. A fim de dar uma andada por aí?"
"Mas é claaaaaaaro!"
:-)
Detalhar o dia e as andadas é desnecessário. Já fiz isso tantas vezes por aqui... É sempre tão bom! Mas não é incrível essa sintonia esquisita que acontece de vez em quando entre as amigas?
Suscetibilidade
Ontem eu tava pensando na vida. Coisa de BUADA, né? Fiquei vidrado num carinha aí. Bate inseguranças e tal.
Acordei, liguei Los Hermanos e chorei horrores com "Conversa de botas batidas" e "De onde vem a calma?", mas compulsivamente mesmo. Arrumei-me e fui à praia. Lá, sozinho (tão deprimente), peguei uns gibis. Num deles, emocionei-me loucamente com o idealismo ferrenho de Charles Xavier. Adoro esse cara.
As lágrimas escorriam. As bichas devem ter pensado que eu era alguma louca.
E foi assim o dia inteiro. Melancolia alimentada, sabe? Saí andando pelo calçadão com Cardigans tocando no discman, admirando a paisagem, pensando na solidão, essas coisas.
E o carinha ligou. Mas as minhas questões não se resolverma por isso, apesar de eu ter ficado feliz. Estão tão além dele...
Enfim...
De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente
Ele não sabe ser mais viril
...
Acordei, liguei Los Hermanos e chorei horrores com "Conversa de botas batidas" e "De onde vem a calma?", mas compulsivamente mesmo. Arrumei-me e fui à praia. Lá, sozinho (tão deprimente), peguei uns gibis. Num deles, emocionei-me loucamente com o idealismo ferrenho de Charles Xavier. Adoro esse cara.
As lágrimas escorriam. As bichas devem ter pensado que eu era alguma louca.
E foi assim o dia inteiro. Melancolia alimentada, sabe? Saí andando pelo calçadão com Cardigans tocando no discman, admirando a paisagem, pensando na solidão, essas coisas.
E o carinha ligou. Mas as minhas questões não se resolverma por isso, apesar de eu ter ficado feliz. Estão tão além dele...
Enfim...
De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente
Ele não sabe ser mais viril
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